MiniLou lança vestido em parceria com a campanha “Por Ser Menina”

Amanhã, 11 de outubro, é comemorado o Dia Internacional da Menina e infelizmente não é uma data para comemorar e sim para conscientizar sobre a desigualdade que as meninas sofrem desde que nascem do sexo feminino. A Plan, organização humanitária que trabalha com projetos sociais voltados à infância, lançou em 2011 a campanha mundial “Por Ser Menina”, com o objetivo de promover os direitos das meninas e contribuir para tirar milhões delas da zona de pobreza, por meio da educação e do desenvolvimento de habilidades. E amanhã lança uma ação bem bacana com a MiniLou, marca de moda infantil para meninas de 2 a 12 anos.

MiniLou e a ONG Plan International Brasil se uniram em agosto em uma atividade no Capão Redondo e realizaram uma oficina de moda com crianças de 4 a 6 anos. De lá, saiu o desenho de um vestido feito por uma das meninas presentes, a Alicia, de 5 anos e que foi  transformado em croqui pela a equipe da marca. O modelo foi produzido pela a MiniLou e será lançado em seu site (www.minilou.com.br) amanhã 11 de outubro.

O vestido Alicia pode ser encontrado on line ou no ateliê da MiniLou por R$189 e 50% da renda será revertida para a Plan. Além do vestido da Alicia, a marca criou uma categoria em seu site, o “SOS Meninas”, onde outras peças estarão disponíveis para compra em homenagem ao mês das meninas, também com parte da renda revertida para os projetos sociais da ONG. Nos links abaixo é possível ver o vestido Alicia e as outras peças que estarão disponíveis para compra:

http://www.minilou.com.br/pd-4ec18b-vestido-alicia.html?ct=1d704a&p=1&s=1

http://www.minilou.com.br/1d704a-ct-1d704a  

A Plan International, organização humanitária sem fins lucrativos, de origem inglesa e atuando há 76 anos no mundo, lançou em 2011 a campanha mundial “Por Ser Menina”, com o objetivo de promover os direitos das meninas e contribuir para tirar milhões delas da zona de pobreza, por meio da educação e do desenvolvimento de habilidades. As meninas enfrentam barreiras únicas para a sua sobrevivência, simplesmente por serem meninas. Essas barreiras se caracterizam por abusos, violências, discriminações, casamento precoce, gravidez e abandono escolar. Como resultado dos esforços da Plan para mobilizar governos e Estados sobre o tema, em 2012 a ONU instituiu em Assembleia Geral, o Dia Internacional da Menina, estabelecido no dia 11 de outubro.
Em todo o mundo, milhões de meninas sofrem todo os tipos de discriminação, abusos e violências desde a primeira infância. A desigualdade de gênero, por exemplo, é uma prática que contribui para o aumento da pobreza contra meninas. Diante dessa realidade, surgiu o “Dia Internacional da Menina”. Mas afinal, o que significa essa data? Como funciona? Para alterar essa realidade, a organização lançou a campanha “Por Ser Menina” (“Because I’m a Girl”), uma ação global que visa evidenciar as situações de violência e preconceito vividas por meninas ao redor do mundo. A iniciativa tem o objetivo final de  conscientizar a população mundial sobre o empoderamento das meninas de todo o mundo e, particularmente, em países em desenvolvimento, por meio da educação. Além disso, a ação estimula o desenvolvimento de projetos e políticas públicas para impulsionar o potencial das meninas e assegurar o pleno exercício de seus direitos.
Uma pesquisa feita com mais de 1.700 meninas de 6 a 14 anos nas cinco regiões do Brasil, em 2013  – “Crescendo entre direitos e violências” revela um panorama alarmante. As informações levantadas denunciam um contexto de gritantes desigualdades de gênero, que prejudica o pleno desenvolvimento de suas habilidades para a vida. Só pra dar um exemplo: enquanto 76,8% lavam louça e 65,6% limpam a casa, apenas 12,5% dos seus irmãos homens lavam a louça e 11,4% dos seus irmãos homens limpam a casa. Além disso, segundo o levantamento, uma em cada cinco meninas conhece outra que já sofreu violência, e 13,7% das meninas de 6 a 14 anos trabalham ou já trabalharam. Dentro desse contexto, a organização criou o “Dia Internacional da Menina”. Em todo o mundo, o dia é celebrado com ações de conscientização em diversas áreas. 

Amo ser mulher, sou feminista e se o Universo permitir ainda pretendo ser mãe – apesar de já ter 47 anos – e quero ter uma filha chamada Carolina que pretendo educar honrando e amando ser mulher e defendendo a equidade de gêneros. Adoraria que Carol viva em um mundo onde meninas não sofrem dificuldades apenas por serem meninas! Acaber com a desigualdade é tarefa de todos nós, educando crianças sem machismo e com direitos e deveres iguais sejam meninas ou meninos.

Eu gosto e apoio ações assim que nos convidam a refletir sobre as importantes questões e nos abrem a possibilidade de contribuir de alguma forma com as causas que acreditamos. Parabéns MiniLou!!!

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