O segundo semestre está aí e você onde está?

Vivemos um tempo maluco, sempre na correria, fazendo mil coisas ao mesmo tempo e tendo a nítida sensação de que o tempo está passando rápido demais. E quando olhamos o calendário: opa, já estamos em agosto! Daqui pro final do ano é um pulo.

Como uma típica virginiana, do mês de setembro, a sensação que dá é que metade do ano passou sem eu me dar conta e agora: onde estou? cadê os resultados dos projetos que tracei lá em janeiro? Ufa, perdi tempo, não vou conseguir dar conta do que me propus. Aff, e dá-lhe desânimo.

Mas será mesmo que devemos entrar nesta angústia do Coelho da Alice? Eu sofro de depressão e um dos principais sintomas que tenho quando uma crise está para chegar e me sentir o Coelho da história que fica o tempo todo correndo, olhando o relógio e dizendo que está atrasado e não vai dar tempo. Ufa!

Não! Nós não precisamos viver com esta angústia. Sim, todos temos planos, projetos, sonhos para serem realizados e para isto devemos correr atrás, trabalhar com afinco, se dedicar para alcançar o que deseja. Mas, isto não quer dizer que se não conseguirmos cumprir o roteiro que criamos lá no início do ano, que devemos nos sentir fracassados ou algo do gênero. Não devemos e não precisamos!

Sou espiritualista e acredito piamente no “Dê tempo ao tempo” ou melhor ainda numa frase que uso muito para minha vida: “não apresse o rio, ele corre sozinho.” Nem sempre aquilo que nos propomos a realizar é o melhor para nós e o Universo, ou Deus, ou aquilo que você acredita se encarrega de te afastar daquilo que não é para ser.

Enfim, bora rever meus objetivos, sonhos, metas e planos e adequar a minha realidade atual e o que desejo hoje. O mundo muda, a gente muda, o tempo muda e nossos sonhos também mudam e tudo isto é bem normal, ainda bem.

E vamos que vamos que ainda dá tempo de realizar muitas coisas neste segundo semestre! Que venham os desafios, estou pronta, muito mais do que estava em janeiro.

Bom segundo semestre, quando chega a primavera que tanto amo e posso finalizar com a frase de Cecília Meirelles que tanto amo: “Aprendi com a primavera a me deixar cortar e voltar sempre inteira”.

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